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As donas das ruas: “Graffito, logo posso ser livre”
— Ketty Valencio Pelas encruzilhadas da vida e da arte, peço licença às entidades; entre exus, pombagiras, a malandragem e o povo da rua. Quero exaltar a ancestralidade negra, por meio de artistas pretas — as grafiteiras — que colorem a cidade, o bairro e onde o concreto e o limite se expandem como os contornos das casas, dos arranha-céus, das avenidas, das ruas e das vielas. Mas, se voltarmos ao Brasil Colônia, aquelas ruas não eram um ambiente permitido para as mulheres. Ap
22 de jun.9 min de leitura


Na real, eu sou Nenesurreal
— Entrevista por Célia Barros e Gabriela Leirias › Fotografia: Acervo pessoal Nenesurreal é artista plástica, grafiteira e educadora social negra e periférica que, desde 1996, integra arte, identidade e transformação social em sua trajetória em Diadema e São Paulo. Criadora de uma marca de roupas plus size pintadas com técnicas de Graffiti, conecta seu trabalho a movimentos negros, feministas, hip-hop e LGBTQIAPN+. Já expôs em instituições como oCCBB (Centro Cul
4 de dez. de 202511 min de leitura
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