A terra vale o que ela produz
- latenterevista
- 8 de dez. de 2025
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— Por Marília Scarabello
Nesta série, exploro formalmente a relação da terra com os códigos que lhe conferem valor.
Apresento relações entre pintura com terra, carvão vegetal, lixas de areia, douração sobre papel e colagem de QR codes de anúncios de empreendimentos imobiliários recortados dos jornais que resultam em trabalhos de diferentes dimensões.
Questiono o uso desta terra, assim como o acúmulo comercial e de códigos estéticos de valor que se constroem em torno dela.
A terra vale o que ela produz. O que, de fato, temos produzido?








Marília Scarabello
É artista visual, vive e trabalha entre Jundiaí (SP) e São Paulo. Mestra emArtes Visuais pela Unicamp, especializada em Cenografia Teatral pelo Espaço Cenográfico e graduada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, iniciou sua produção artística em meados de 2013. Seu trabalho transita entre múltiplas linguagens, incluindo procedimentos frequentes de coleta e apropriação, com uma pesquisa direcionada às questões que envolvem a ideia de território e sua representação física e metafórica. Participou de diversas exposições coletivas e salões nos últimos anos, possui obras premiadas em acervos públicos tais como Funesc –Galeria Archidy Picado– João Pessoa, Prefeitura Municipal de Vinhedo, Pinacoteca de São Bernardo do Campo, Museu de Arte de Ribeirão Preto e Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Recentemente foi premiada no Salão de Arte Contemporânea de Piracicaba com o prêmio aquisitivo. Integrou entre os anos de 2020-2022 o grupo de mulheres GOMAGRUPA. Recentemente fez sua primeira curadoria através do projeto Paisagens Moventes, que esteve em cartaz na galeria Fernanda Perracini Milani em Jundiaí.




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