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Museus como espaços de criação coletiva da memória
— Maria Luiza Meneses Museus são territórios em disputa. Assim como todas as instituições responsáveis pelas narrativas históricas, simbólicas e oficiais, ou seja, escolas, universidades, bibliotecas, entre outras, são alvo da guerra cultural e projetos de poder. Há, no entanto, experiências do fazer museal que demonstram outros modos não apenas de repensar esses espaços, como também de criá-los a partir de outros paradigmas, relações e interlocuções. No presente texto, apres
3 de jul.14 min de leitura


Espaços impermanentes. Arte, deslocamento e invenção no interior paulista.
— Sylvia Werneck Quando penso no “desenvolvimento” — termo que aqui não se sustenta sem fricção — do interior de São Paulo após a chegada dos europeus às Américas, a ideia de deslocamento se impõe quase como uma camada geológica. O território foi atravessado por sucessivas ondas de mobilidade e violência: as bandeiras que avançavam em busca de metais preciosos e de corpos indígenas a serem capturados e escravizados; o ciclo do café, que redesenhou radicalmente a paisagem com
30 de jun.6 min de leitura


Entre o “eu” e o comum:experiências de gestão participativa para construir mundos possíveis –o caso da Pinacoteca de Mauá
— Maria Luiza Meneses No campo da administração pública, diversas são as experiências de organização que possibilitam modos participativos de gestão dos recursos e decisões de interesse público. As experiências já estudadas no Brasil investigam práticas realizadas, sobretudo nas áreas da Educação e da Saúde, a exemplo do artigo de Andréa de Oliveira Gonçalves, Jacinta de Fátima Senna Silva e José Ivo dos Santos Pedrosa sobre a importância dos conselhos d
8 de dez. de 202511 min de leitura
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