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REVISTA
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As donas das ruas: “Graffito, logo posso ser livre”
— Ketty Valencio Pelas encruzilhadas da vida e da arte, peço licença às entidades; entre exus, pombagiras, a malandragem e o povo da rua. Quero exaltar a ancestralidade negra, por meio de artistas pretas — as grafiteiras — que colorem a cidade, o bairro e onde o concreto e o limite se expandem como os contornos das casas, dos arranha-céus, das avenidas, das ruas e das vielas. Mas, se voltarmos ao Brasil Colônia, aquelas ruas não eram um ambiente permitido para as mulheres. Ap
22 de jun.9 min de leitura


Curanderia de mulheres grafiteiras
Inspirada na ação das curandeiras e benzedeiras, Nenesurreal nos apresenta uma coleção de ensaios visuais de mulheres grafiteiras que transitam entre diferentes linguagens e abordagens do Graffiti.
22 de jun.1 min de leitura


Editorial — Lugares de criação
— Por Célia Barros Quais são os espaços que facilitam, permitem, estimulam ou constrangem o ato criativo? Como se configuram esses lugares e que diferenças propõem? Nossa intenção é investigar onde a arte emerge, se transforma e encontra força para existir. Esta edição percorre museus, ateliês, ruas, escolas, residências artísticas e margens diversas para compreender como esses contextos provocam e sustentam processos criativos. De que forma cada território, com suas redes de
18 de jun.4 min de leitura
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