top of page

REVISTA
⠇⠑⠊⠁
• leia • leia • leia • leia •


As donas das ruas: “Graffito, logo posso ser livre”
— Ketty Valencio Pelas encruzilhadas da vida e da arte, peço licença às entidades; entre exus, pombagiras, a malandragem e o povo da rua. Quero exaltar a ancestralidade negra, por meio de artistas pretas — as grafiteiras — que colorem a cidade, o bairro e onde o concreto e o limite se expandem como os contornos das casas, dos arranha-céus, das avenidas, das ruas e das vielas. Mas, se voltarmos ao Brasil Colônia, aquelas ruas não eram um ambiente permitido para as mulheres. Ap
22 de jun.9 min de leitura


Curanderia de mulheres grafiteiras
Inspirada na ação das curandeiras e benzedeiras, Nenesurreal nos apresenta uma coleção de ensaios visuais de mulheres grafiteiras que transitam entre diferentes linguagens e abordagens do Graffiti.
22 de jun.1 min de leitura


Editorial — Lugares de criação
— Por Célia Barros Quais são os espaços que facilitam, permitem, estimulam ou constrangem o ato criativo? Como se configuram esses lugares e que diferenças propõem? Nossa intenção é investigar onde a arte emerge, se transforma e encontra força para existir. Esta edição percorre museus, ateliês, ruas, escolas, residências artísticas e margens diversas para compreender como esses contextos provocam e sustentam processos criativos. De que forma cada território, com suas redes de
18 de jun.4 min de leitura


Na real, eu sou Nenesurreal
— Entrevista por Célia Barros e Gabriela Leirias › Fotografia: Acervo pessoal Nenesurreal é artista plástica, grafiteira e educadora social negra e periférica que, desde 1996, integra arte, identidade e transformação social em sua trajetória em Diadema e São Paulo. Criadora de uma marca de roupas plus size pintadas com técnicas de Graffiti, conecta seu trabalho a movimentos negros, feministas, hip-hop e LGBTQIAPN+. Já expôs em instituições como oCCBB (Centro Cul
4 de dez. de 202511 min de leitura


Cherchez la femme
O projeto Adúlteras reúne um conjunto de trabalhos realizados com base em representações da mulher adúltera
16 de mai. de 20244 min de leitura


Por um teto* todo nosso, por um chão todo nosso
— Gabriela Leirias Nesta publicação, com vistas a uma cartografia que se espraia para iniciativas além da capital paulistana, desejamos...
16 de mai. de 20248 min de leitura


Projeto Cansei
— Larissa Isis Criado em 2014 pela fotógrafa Larissa Isis, “Cansei” é um projeto fotográfico que tem como objetivo trazer à tona parte da...
9 de mai. de 20244 min de leitura


GT Mulheres da Cultura SJC
— Célia Barros Se a pandemia do covid-19 foi uma experiência trágica independente do lugar onde nos encontrávamos, para as mulheres...
9 de mai. de 20246 min de leitura


Agomamentos
— Gomagrupa A Gomagrupa é uma coletiva de mulheres artistas brasileiras. Nós nos reunimos semanalmente de modo virtual com o intuito de...
9 de mai. de 20245 min de leitura


Corpes dissidentes
Desconforto oculto e os corpos rasurados — Bella Tozini É diante dos corpos crus e relaxados que eu apresento um desconforto oculto e...
9 de mai. de 20243 min de leitura


Como seria inventar um nado para atravessar grandes distâncias dentro de um mesmo lugar?
— Camila Fontenele A última vez que me debrucei sobre uma escrita que projetasse parte da minha prática artística a partir de Sorocaba 1...
9 de mai. de 20246 min de leitura


Faço Brincando
— Janaína Vieira A série Faço brincando revela um espaço de experimentação utilizando prendedor de roupa, utensílio de uso doméstico, e...
9 de mai. de 20241 min de leitura


Arte que brota das mãos: mulheres indígenas são semeadoras do Teko Porã
— Cristine Takuá Anai Vera, Célia Barros e Gabriela Leirias conversam com Cristine Takuá, escritora, artesã, filósofa, ativista,...
8 de mai. de 202416 min de leitura


Editorial — no1 | Mulheres nas Artes Visuais
Publicar implica propagar, tornar público, palpável, visível e audível, dando início ou continuidade a interlocuções que possam se articular
4 de mai. de 20245 min de leitura
bottom of page